MIRANTE 1

Apenas um grande caderno de notas. Um mirante de onde eu olho tudo e qualquer coisa e bato nas teclas pra registrar.

Asfalto, cascalho e cigarro

A moto rosnava feroz enquanto a marcha ia alta…

De repente eu desacelero e espero o vento ficar mais fraco. Meu isqueiro solta o barulho tão característico de sua tampa. A chama dele é longa e eu tomo cuidado pra não queimar minha barba.

Meu cigarro vira brasa e eu o pego com a mão esquerda. Volto a acelerar a moto. Ainda tem muita estrada poeirenta pela frente. Achei que nunca mais voltaria à São Paulo… não depois de 2012.

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Publicado em 18 de maio de 2010 por em Contos.

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