MIRANTE 1

Apenas um grande caderno de notas. Um mirante de onde eu olho tudo e qualquer coisa e bato nas teclas pra registrar.

Segunda-feira morta

Há um mês o apartamento se tornou o seu único recanto. Seu próprio universo encerrado em algumas paredes de alvenaria.

Há vinte andares da rua, o único barulho constante era o do maquinário do elevador. Irritante som mecânico sempre presente desde as sete da manhã até aproximadamente dez da noite.

As agulhas e bitucas se espalhavam pelo chão. O carpete manchado de vinho e outras substãncias respirava enquanto ele olhava para um canto qualquer.

A garrafa na mão era inexpressiva, as esperanças tinham se partido junto aos poucos copos da moradia em um acesso de fúria qualquer potencializado por substâncias ilícitas, alucinógenas, tóxicas e nada recomendadas por pais e mães…

Inacabado

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Publicado em 13 de julho de 2010 por em Contos.
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