MIRANTE 1

Apenas um grande caderno de notas. Um mirante de onde eu olho tudo e qualquer coisa e bato nas teclas pra registrar.

Um lobão e um selvagem no Avião (o_õ) pt2

“Atenção passageiros do voo 1772, decolagem autorizada.” Logo depois dos solavancos e aquela tensão natural em procedimentos de decolagem e pouso que todos compartilhamos e termina aquele silêncio gultural na aeronave, ela sobe, sobe, sobe e quando atinge a velocidade de cruzeiro, entre 10 e 12 mil pés de altura, é liberado o uso de aparelhos eletrônicos.

Depois de um bom tempo lendo a biografia do Lobão (Um lobão e um selvagem no Avião (o_õ) pt1), deu aquele aperto e fui ao banheiro, na volta para o meu acento, vejo um notebook ligado e um japonês assistindo a um episódio de The Big Bang Theory. Decidi esquadrinhar o meu HD externo e encontrar algum filme interessante pra próxima hora de voo.

Foi quando me deparei com “The Wild One” (O selvagem), esse vem guardado ali no canto há meses e eu não sosseguei enquanto não consegui baixar o filme. Mas ainda não tinha conseguido assistir.

A tela branca e preta se abre e depois do primeiro clipe de cenas de estrada e alguns truques bem rústicos de cena, aonde os motoqueiros ficam em pé, atuando, na frente de uma tela que mostra uma estrada. Mas logo, logo, você entende o porquê só Marlon Brando foi Marlon Brando.

O filme é curto, uma hora e dez de duração. Os  Black Rebels Motorcycle Club,um grupo de motoqueiros liderados por Johnny Strabler (Brando) visita uma cidadezinha na California e causa ‘encrenca’. Lá ele encontra uma mocinha, Kathie, (Mary Murphy) e uma dinâmica bastante conhecida de homem mau – porém profundo e sensível – que se enrosca com uma donzelinha que na verdade, deve ser um vulcão por dentro. (hehehe)

Ainda pra ajudar, ela é filha do delegado local, que é até um senhorzinho simpático e tolerante em relação aos rapazes dos Black Rebels. Mas o circo está armado, pois Johnny não tolera policiais e se divide por estar interessado na filha desse.

Enquanto isso, um outro grupo rival, que costumava ser uma parte dos Black Rebels aparece na cidade e bagunça tudo.

História simples, mas são cenas como essa que valem a pena. Pelo simples apreciar da atuação do Brando.

Ainda assim, o filme deixa um gosto de querer mais e eu acho que poderiam ter explorado a ideia, o personagem e a trama mais a fundo.

Se fosse nos dias de hoje, uma trilogia viria facinho.

Ainda assim, Brando é rei.

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Publicado às 15 de julho de 2011 por em Cinema, Cultura in(útil) e marcado , , , .
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